As “eminencias pardas” que influenciam os grandes líderes.
Nos séculos XVII e XVIII era comum que os Reis tivessem ao seu lado alguns conselheiros. Alguns foram muito influentes, mas nunca apareciam ou recebiam mérito como tal. Eram chamados de “eminências pardas”, pois viviam muito próximos aos círculos de poder. No Brasil, foi inegável o papel do conselheiro que teve José Bonifácio, em muitas decisões da corte. Alguns reis na Europa tinham religiosos aos seu lado também.
Assim como realezas nos séculos anteriores, muitas empresas e líderes brasileiros e mundiais hoje estão cada vez mais interessados em consultoria englobando coaching e mentoria. Os líderes de negócios procuram também as suas eminências pardas e muitas decisões tem a contribuição desses profissionais antes de se tornarem realidade.
Estes profissionais não são monges vinculados por um voto de pobreza e nem amigos do Rei. Eles são geralmente chamados de coaches executivos que possuem entrada franca nos gabinetes – a turma da maçaneta. E isso vale também para políticos. No mercado americano esses profissionais são altamente valorizados e isso tem gerado uma enorme quantidade de estudos, teses, livros e cursos.




